domingo, 12 de agosto de 2012

Jamais permita



Jamais permita que nenhum homem te escravize você nasceu para ser amada… não para ser escrava . Jamais permita que teu coração sofra em nome do amor. Amar é um ato de felicidade não de sofrimento…
Jamais permita que teus olhos derramem lágrimas por alguém que nunca te fará sorrir..Jamais permita que teu corpo seja usado, ele é a morada do teu espírito , mantenha-o apreciado …
Jamais permita ficar horas à espera de alguém, que nunca virá, mesmo que tenha te prometido... Jamais permita que teu nome seja pronunciado em vão , por um homem que não vale a pena…
Jamais desperdice o teu tempo com alguém que nunca terá tempo para você... Jamais permita que alguém fale com você aos gritos…Se tiver que falar … que seja com amor..
Jamais permita que paixões desenfreadas te tirem do mundo real para te fazer entrar num mundo que nunca existiu…
Jamais permita que teus pés caminhem em direção de um homem, que passa o tempo todo fugindo de você… Jamais permita que os sonhos dos outros se misturem aos seus… Fazendo-os girar num grande pesadelo…
Jamais permita viver angustiada na dependência de um homem, te fazendo acreditar que você nasceu inválida e sem iniciativa…
Jamais permita que a dor , a solidão , o ressentimento , o ciúme , e o rancor, debilitem a enorme força que Deus te deu…
Jamais permita perder a tua dignidade de ser MULHER!!!

By Edu Carmona

sábado, 11 de agosto de 2012

Como estrelas na terra



O filme retrata a história de um garotinho indiano chamado Ishaan Awasthi, de nove anos e que diferente de seu irmão mais velho que era o primeiro aluno da classe e motivo de elogios por parte dos professores, o nosso garotinho tinha um sério problema. Era repetente da terceira série, e tinha grandes dificuldades em ler e escrever e fazer várias outras atividades normais para uma criança de sua idade, como por exemplo, arremessar uma bola ou amarrar o cadarço dos sapatos.
Pelos vizinhos Ishaan era visto com um encrenqueiro brigão, pelos professores como um burro, preguiçoso e rebelde, que tirava zero em todas as matérias, não levava suas provas assinadas e matava aula. A mãe do menino, muito carinhosa, cuidava de revisar as matérias da escola todos os dias, e cobria seu filho de amor. Com o irmão tinha um bom relacionamento também, mas com seu pai, por mais que clamasse por amor ou pelo menos um pouco de demonstração de afeto, só recebia cascudos e críticas. O pai também via o filho como um perdedor preguiçoso que não viraria nada na vida e só traria desgosto à família.


Com isso, no meio do ano o garoto foi mandado, para seu horror e desespero, a estudar em um orfanato. Se as coisas para ele já eram difíceis antes, agora então estavam cada vez pior. Os professores aplicavam-lhe castigos severos, e destruíram qualquer resquício de autoestima que ainda pudesse haver nele. Até pintar que era sua grande paixão ele deixou de fazer. Vivia deprimido pelos cantos  e não falava com mais ninguém direito.


O pequeno teve sua sorte mudada quando apareceu na escola um professor de artes temporário. Mesmo sendo diferente dos demais professores, Ishaan não consegui vencer o bloqueio que havia criado. Juntando alguns sintomas e informações, logo o professor descobriu o problema do aluno. Mais do que isso, viu nele o seu reflexo da infância. Não era de preguiça, burrice ou pirraça que a criança padecia, mas sim de dislexia. Após visitar a família do garoto, o professor começou a preparar o espírito dos alunos para aprender a lidar com uma situação nova, e  também a despertar o interesse em Ishaan, que ao poucos percebeu que o professor o entendia, mesmo sem nunca ter sido direto com ele e jogado na cara o seu problema.


Ao invés disso, o professor expôs o caso para o diretor do colégio e se propôs a mostrar que o garoto não era um caso perdido, mas ao invés disso só precisava de mais tempo e que fosse trabalhado com ele de uma maneira diferente. O diretor acabou sedendo ao pedido do mestre que se comprometeu, ele mesmo a passar duas horas por dia com Ishaan o ensinando.


O garoto não só conseguiu progredir com seu aprendizado, como também se mostrou um grande artista com a pintura. Mais que isso, foi vencedor de um concurso promovido pela escola, à pedido do professor, e teve sua pintura como capa do anuário do colégio, além de conquistar o respeito de todos os colegas e professores e o amor de seu pai.


Se há um filme que trás grandes lições para as nossas vidas, que emociona e deva ser assistido, é esse. Ele tem o poder de encantar o telespectador com as pinturas, cria compaixão pelas pessoas que sofrem desse e de antas outras dificuldades e mostra muito amor ao próximo. Com isso, até os casos considerados perdidos de algumas pessoas são solucionados. Valeu cada minuto que fiquei parada assistindo.


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Amar sem barreiras



Gostar é fácil...talvez tão simples, que deixamos de fazê-lo mais bonito. Há amores bravios, gigantescos, profundos, mas esbarram na dificuldade de se tornar bonitos...por que cobram, exigem, rotinizam, descuidam, necessitam mais do que oferecem e enchem-se de razão...não tema o romantismo...derrube as opiniões alheias, e faça margaridas para enfeitar a cabeça de quem vc ama; adie conversas com beijos. Para quem ama, toda atenção é pouca. Quem ama bonito, não gasta tempo cobrando o que deixou de ter...seja apenas você no auge de sua emoção e carência, seja cantando desafinado, falando besteiras, mas criando sempre e sentindo o coração bater como tempo de Natal infantil. Diga eu quero, eu gosto, estou com vontade...ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor, e só assim poder fazer o outro feliz...não teorize...ame!

By Edu Carmona

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Amigo...



Amigo é quem te dá um pedacinho do chão, quando é de terra firme que você precisa, ou um pedacinho do céu, se é o sonho que te faz falta.
Amigo é mais que ombro amigo, é mão estendida, mente aberta, coração pulsante, costas largas. É quem tentou e fez, e não tem o egoísmo de não querer compartilhar o que aprendeu. É aquele que cede e não espera retorno, porque sabe que o ato de compartilhar um instante qualquer contigo já o alimenta, satisfaz. É quem já sentiu ou um dia vai sentir o mesmo que você. É a compreensão para o seu cansaço e a insatisfação para a sua reticência.


É aquele que entende seu desejo de voar, de sumir devagar, a angústia pela compreensão dos acontecimentos, a sede pelo "por vir". É ao mesmo tempo espelho que te reflete, e óleo derramado sobre suas águas agitadas. É quem fica enfurecido por enxergar seu erro, querer tanto o seu bem e saber que a perfeição é utopia. É o sol que seca suas lágrimas, é a polpa que adocica ainda mais seu sorriso. 
Amigo é aquele que toca na sua ferida numa mesa de chopp, acompanha suas vitórias, faz piada amenizando problemas. É quem tem medo, dor, náusea, cólica gozo, igualzinho a você. É quem sabe que viver é ter história pra contar. É quem sorri pra você sem motivo aparente, é quem sofre com seu sofrimento, é o padrinho filosófico dos seus filhos. É o achar daquilo que você nem sabia que buscava. 

Amigo é aquele que te lê em cartas esperadas ou não, pequenos bilhetes em sala de aula, mensagens eletrônicas emocionadas. É aquele que te ouve ao telefone mesmo quando a ligação é caótica, com o mesmo prazer e atenção que teria se tivesse olhando em seus olhos. Amigo é multimídia. Olhos...
Amigo é quem fala e ouve com o olhar, o seu e o dele em sintonia telepática. É aquele que percebe em seus olhos seus desejos, seus disfarces, alegria, medo. É aquele que aguarda pacientemente e se entusiasma quando vê surgir aquele tão esperado brilho no seu olhar, e é quem tem uma palavra sob medida quando estes mesmos olhos estão amplificando tristeza interior. é lua nova, é a estrela mais brilhante, é luz que se renova a cada instante com múltiplas e inesperadas cores que cabem todas na sua íris.


Amigo é aquele que te diz "eu te amo" sem qualquer medo de má interpretação: Amigo é quem te ama "e ponto".
É verdade e razão, sonho e sentimento.

By Edu Carmona

A obsessão pelo melhor



Estamos obcecados com "o melhor".
Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do "melhor".
Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a
melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.
Bom não basta.
O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos
faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor".
Isso até que outro "melhor" apareça e é uma questão de dias ou de horas até isso
acontecer.
Novas marcas surgem a todo instante.
Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado,
modesto, aquém do que podemos ter.
O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa
espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego.
Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta
conquistar ou ter.
Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos.
Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo
melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários.
Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis.
Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos,
às vezes, é mais do que suficiente.
Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência?
Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de
chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa?
E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto?
O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"?
Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um
melhor e dez vezes mais caro?
O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro"?
Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixados ansiosos
e nos impedido de desfrutar o "bom" que já temos.
A casa que é pequena, mas nos acolhe.
O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria.
A TV que está velha, mas nunca deu defeito.
O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens
"perfeitos".
As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar à
chance de estar perto de quem amo...
O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem.
O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer.
Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso?
Ou será que isso já é o melhor e na busca do "melhor" a gente nem percebeu?
Sofremos demais pelo pouco que nos falta
e alegramo-nos pouco pelo muito que temos.

Shakespeare


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Guerra é Guerra



Achei esse filme diferente de todas as outras comédias românticas que já assisti. Apesar de ter o cara e a moça que acabam juntos, pode-se dizer que agrada a maioria dos gostos para filmes. Além do romance, ele é engraçado, possui ação, certo suspense e até drama familiar.
Muito mais que agentes da CIA, eles são desde a infância os melhores amigos. Mais que isso, eram como irmãos. Em todas as missões, um  sempre salvava a vida do outro e dava cobertura. Tuck (Tom Hardy) não deu sorte em seu casamento, mas tem um lindo filho de 7 anos com quem não tem muita proximidade. FDR (Chris Pine), é um charmoso playboyzinho solteirão.
Em outra parte da cidade, está a linda, loira e solitária Lauren. Sua melhor amiga, apesar de ser uma mãe de família, é doida de pedra e inscreve Lauren em um site de relacionamento. Se sentindo sozinho e desamparado, Tuck faz a mesma coisa e os dois acabam por marcar um encontro. Como bom amigo que é, FDR quer estar por perto para dar aquele apoio moral a Tuck.
Para não ficar tãoooo na cara, ele espera o amigo em uma locadora próxima ao local do encontro. Após o encontro, Lauren decide pegar um filme e o galanteador FDR, que até então não tinha visto o encontro do amigo, partiu para o ataque.


Para quem estava a tanto tempo sozinha, agora Lauren tem dois encontros, mas nem sonha que eles são dois amigos. Os rapazes por outro lado ficam surpresos ao constatar que conheceram a mesma mulher. A princípio, como bons amigos, levam tudo na esportiva e decidem que vão deixar ela escolher com quem quer ficar.
Conforme a brincadeira vai ficando mais séria, o espírito masculino de conquista e competição fala mais alto e os dois, até então melhores amigos, começam uma disputa de conquista, se utilizando inclusive do equipamento da CIA como reforço na sua missão amorosa. Em paralelo a isso, eles tem um mafioso barra pesada para pegar.


Como toda farsa, essa também precisou ter um fim. De forma bastante drástica Lauren descobre que os dois são amigos, e por causa do mafioso em questão é usada como refém e participa de uma perseguição. Contar o fim da história agora perderia a graça então, eu simplesmente vou recomendar esse filme, que diferente do último que postei comentário aqui no blog é simplesmente envolvente e com uma história bem amarrada. O que torna o filme ainda melhor, é o fato de que não existe apenas um cara e uma mocinha que formam o casal perfeito. Mas enfim, só posso adiantar que no fim das contas ninguém sai perdendo, ou de certa forma, talvez...


sábado, 4 de agosto de 2012

Continuando as 101 coisas para fazer em 1001

Essa será a postagem mais curta que vocês já viram no meu blog. Só queria que soubessem que das 101 coisas que me propus fazer em 1001 dias, trinta e um dos itens já foram cumpridos completamente e outros estão no processo. Continuo com o convite para quem ainda não começou a sua lista, que não perca tempo.   Você vai ver que realmente vale a pena!
Por hora isso é tudo pessoal ;)